sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Como será 2011 para quem investe em imóveis?

O cenário positivo deve continuar no próximo ano, “porque há recursos disponíveis para financiamento imobiliário, para 2011, portanto é um mercado que continuará crescendo”, nas palavras de Viana Neto. Schneider, por sua vez, acredita que a tendência de valorização do mercado continua, mas ele não tem certeza se nos mesmos percentuais alcançados neste ano.

Em relação às fontes de financiamento para o crédito imobiliário, já que muito se fala que o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e a poupança são finitos, o que o vice-presidente do Secovi-RJ diz é que o mercado deve suprir esse deficit. “Cada vez mais temos investimentos estrangeiros e formas de financiar essa compra da casa própria. Capital para isso não falta não”, diz.

Em relação à possibilidade de bolha no Brasil, diante do aumento de preços dos imóveis, Schneider disse que pode acontecer, mas no longo prazo e por motivos diferentes daquela bolha que aconteceu nos Estados Unidos. “Claro que uma hora vai ter um ajuste de mercado, mas muito movimentado pela demanda, diferentemente do que aconteceu nos EUA, que teve inadimplência muito alta. Aqui, está bem distante de acontecer uma bolha”, ressalta.

Fonte: Infomoney

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Brasil é o emergente com melhor economia para investimentos imobiliários, aponta pesquisa




Entre todas as nações com maiores chances de valorização, País ficou em quarto lugar no ranking liderado pelos Estados Unidos











Pesquisa realizada pela Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em inglês) apontou que o Brasil é o país emergente mais propício para investimentos estrangeiros no mercado imobiliário no ano de 2011. No ano passado, o Brasil dividiu a segunda colocação com a Índia, ficando atrás somente da China. A Rússia, considerada uma das principais economias emergentes, ficou apenas com a décima colocação.





Entre todos os países do mundo com mais chances de valorização, o Brasil ficou em quarto lugar, atrás de Reino Unido, China e Estados Unidos. Os EUA lideram com 65% dos votos dos investidores participantes da pesquisa, valor mais que seis vezes maior que o apresentado pela China, que obteve 10% dos votos.



Segundo a pesquisa, a melhor cidade para investimentos imobiliários em 2011 é Nova York, seguida por Washington e Londres, que liderou no ano passado.

Os EUA também lideram o ranking dos países para investimentos mais estáveis e seguros, ficando na frente de Alemanha, Canadá, Reino Unido e Austrália. Nenhuma das economias emergentes ficou entre os dez primeiro colocados do ranking.



As imobiliárias e os investidores que responderam as questões da pesquisa controlam mais de US$ 627 bilhões em ativos imobiliários em todo o mundo. A pesquisa revelou ainda que cerca de 40% deste valor está dentro dos Estados Unidos.



Clique no link para conferir a pesquisa completa. http://www.afire.org/foreign_data/2010/Graphs.pdf

Obrigado
Glauco 11 7821 5957

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Preço de Imóvel novo subiu até 81% em São Paulo


Com crédito disponível e economia aquecida, os preços dos imóveis novos na cidade de São Paulo dispararam neste ano. O metro quadrado dos lançamentos teve alta de até 81% de janeiro a outubro, na comparação com 2009.

Foi o caso dos apartamentos residenciais localizados na Bela Vista (região central da capital), cujo metro quadrado custa R$ 8.043 hoje.

Na média do município, a valorização do valor do metro quadrado foi de 29% --de R$ 4.084 em 2009 para R$ 5.272 neste ano.

"O preço, historicamente, acompanha os índices de inflação. Neste ano, porém, houve um descolamento, apontando para a valorização dos imóveis", afirma Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP (sindicato da habitação). O IPCA, índice oficial de inflação do governo, subiu 4,38% no ano, até outubro. Já a alta do INCC no mesmo período é de 6,34%.

Bairros

O levantamento, feito pela empresa de pesquisas imobiliárias Geoimovel, mostra que, de um total de 50 bairros que tiveram lançamentos em 2009 e em 2010, 46 apresentaram alta nos preços.

Naqueles em que houve queda, a consultoria a atribui à "readequação dos preços" ou à "venda de unidades de padrão mais baixo".

A pesquisa compara os preços médios em 2009 e nos dez primeiros meses de 2010. Após a Bela Vista, a maior alta, de 73,74%, ocorreu na Vila Maria (zona norte).

O preço médio mais alto é de Moema (zona sul), onde o m² de um lançamento custa, em média, R$ 10.513 o m². Na região, um imóvel com 100 m² é vendido por R$ 1,05 milhão.

Celso Amaral, diretor da Geoimovel e da Amaral DAvila Avaliações, diz que o cenário atual positivo influenciou a alta de preço. "Não há perspectiva de desemprego e o crédito ficou mais acessível."

Fonte: Folha de São Paulo
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+55 11 7821 5957 ( Glauco )

terça-feira, 9 de novembro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Ultilização do FGTS

Novidade!!!

Para quem tem um consórcio imobiliário, pode usar os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço(FGTS) para liquidar ou complementar sua carta de crédito, bem como para apenas compor um lance. A medida foi aprovada pelo Conselho Curador do FGTS no final de 2009 e regulamentada pela Caixa Econômica Federal (CEF) em março deste ano. Os consorciados que quiserem aproveitar o benefício, devem seguir as mesmas regras de uso de do FGTS válidas para quem está comprando via financiamento imobiliário. Além de que o saldo só pode ser usado por trabalhadores com no mínimo três anos de contribuição, o mutuário não pode ter outro imóvel adquirido com recursos do fundo no mesmo município. O consorciado deve respeitar ainda o limite de R$500 mil para a compra do imóvel e não ter mais de três parcelas em atraso.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Estudo Descarta Bolha Imobiliária no Brasil

São Paulo - A possibilidade de que uma "bolha" esteja se formando no setor imobiliário brasileiro, apoiada em volumes robustos de crédito imobiliário e preços de imóveis em alta, pode não passar de um temor infundado.

A constatação foi feita nesta quarta-feira pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que encomendou um estudo à MB Associados para comprovar que, mantidos os atuais patamares do setor, a formação de uma bolha não deve acontecer no curto ou no longo prazo.

"Não temos características básicas que induzam ao aparecimento de uma bolha... Não temos excesso de endividamento", disse o economista da MB, José Roberto Mendonça de Barros, se referindo à alavancagem excessiva vista nos Estados Unidos em 2008, que marcou o início da crise econômica mundial.

O estudo assinalou que um dos fatores que pode levar à formação de uma bolha envolve a ausência de um indicador para balizar os preços de imóveis no Brasil, que vêm avançando em ritmo tão forte quanto o da demanda. No caso brasileiro, contudo, essa aceleração refletiria um reajuste após 20 anos em que o setor imobiliário foi mal precificado.

"Quando a demanda começa a crescer, aumentar preços é normal. O importante é saber se há oferta para isso", afirmou Mendonça de Barros.

Embora tenha descartado uma bolha, o economista alertou para a forte demanda por parte da classe C que, até 2016, deve exigir cerca de 1,5 milhão de imóveis a cada ano disponíveis no mercado. "O mais importante é aumentar a produção imobiliária, como tem acontecido."

Semestre recorde

A combinação de um cenário econômico estável com recuperação da renda da população e flexibilização dos bancos levou a um recorde em financiamento imobiliário no primeiro semestre.

De janeiro a junho, os recursos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram 23,8 bilhões de reais, alta de 77 por cento ante a primeira metade de 2009, segundo a Abecip.

Nos seis meses até junho, foram financiadas 187,6 mil unidades pelo sistema, número 51,5 por cento maior que igual período do ano passado.

O desempenho semestral levou a entidade a elevar a previsão para os empréstimos concedidos pelo sistema para financiamento imobiliário em 2010 para 57 bilhões de reais, totalizando 450 mil unidades. A previsão anterior era de 45 bilhões de reais, montante já atingido nos 12 meses até junho.

De acordo com a Abecip, se considerados os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os financiamentos para imóveis este ano podem superar 65 bilhões de reais em crédito e 480 mil unidades financiadas.

Para o presidente da Abecip, Luiz Antônio França, em 2014, o financiamento imobiliário deve responder por 11 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Hoje, essa relação é de 4 por cento.



fonte: Vivian Pereira, REUTERS - 11/08/2010

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Preços de imóveis residenciais novos disparam em SP

Valor do metro quadrado de imóveis de dois dormitórios subiu 42,86% de janeiro a abril na comparação com o mesmo período de 2009

Os imóveis residenciais novos, tanto os de classe média como os de alto padrão, tiveram forte valorização neste ano na cidade de São Paulo, com grande aceleração de preços nos últimos meses. Pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) revela que o preço do metro quadrado de imóveis de dois dormitórios subiu 42,86% no primeiro quadrimestre, na comparação com o mesmo período de 2009. No primeiro bimestre, havia subido 25%.

No caso dos imóveis de dois e três dormitórios, o movimento foi semelhante. Em ambos os casos, houve aumento de 27% nos preços no primeiro quadrimestre na comparação anual, depois de o metro quadrado desse tipo de produto ter se valorizado 6% e 2,4%, respectivamente, no primeiro bimestre.

A alta dos preços do metro quadrado entre janeiro e abril superou de longe a valorização obtida em outros ativos. Segundo cálculos do administrador de investimentos Fabio Colombo, o capital investido no período em certificados de depósito interbancário (CDI) se valorizou 9,19% e na caderneta de poupança, 6,68%. Já os recursos aplicados em ouro tiveram desvalorização de 6,84% e, no dólar, houve retração de 23,83%.

Apenas as aplicações na bolsa, sustentadas pelo bom desempenho da economia, tiveram valorização superior à dos imóveis (74,17%). Os cálculos foram feitos com base na cotação dos investimentos do último dia útil de fevereiro deste ano, comparada com a mesma data de 2009.
(fonte - Jornal O Estado de São Paulo(18/06/2010)